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Com o acelerado avanço científico e tecnológico contemporâneo, o homem, carente de compreender o sentido da vida, alimenta sem sucesso a ilusão de um paraíso terrestre. Como resultado, observa-se excessivo utilitarismo e individualismo em detrimento dos princípios do Evangelho.

São João Paulo II salienta que o impulso verdadeiro para a transformação do mundo se encontra no mandamento dado por Jesus: o amor. Por isso, indicou os cristãos como responsáveis por construir uma civilização do amor, na qual tenham coragem de testemunhar com a vida que somente o amor [caridade] é capaz de guiar os povos rumo ao bem comum: a caridade não nega a justiça, mas lhe recorda a misericórdia; não enfraquece as instituições sociais, ao contrário, submete suas ações à primazia da dignidade da pessoa humana; a caridade eleva o homem a uma vida de autodoação permanente (“pois quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, irá ganhá-la” – Mc 8, 35).

 Papa Francisco reitera que “a Igreja não precisa de muitos burocratas e funcionários, mas de missionários apaixonados, devorados pelo entusiasmo de comunicar a verdadeira vida” – cujo sentido se encontra na pessoa de Jesus Cristo. Diante de uma sociedade que anseia provar dessa verdadeira vida, cabe ao cristão ofertar a própria vida como gesto de solidariedade pelos outros dentro do cotidiano no qual se insere: familiar, profissional, acadêmico.

Este é o cerne da civilização do amor: um mundo no qual o olhar humano não esteja voltado para si mesmo, e sim para “o outro eu”; uma ciência atuante em favor da vida; uma estrutura social empenhada na defesa dos direitos universais da pessoa; e uma humanidade repleta de esperança, a força motriz do compromisso social.

Sugestões de leitura:

Exortação Apostólica do Santo Padre Gaudete et Exultate sobre o chamado à santidade no mundo atual, Francisco Compêndio da Doutrina Social da Igreja, Pontifício Conselho Justiça e Paz

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